TERMOS DA ORAÇÃO
INSTRUÇÕES:
1º LEIA COM ATENÇÃO AS EXPLICAÇÕES,
2ºASSISTA AOS VÍDEOS
3º FAÇA O JOGO (COLOQUE SEU NOME PARA EU PODER LOCALIZAR O RESULTADO NO
RELATÓRIO)
CADA JOGO VALE 10.
VOU SOMAR E DIVIDIR PARA CHEGAR A SUA MÉDIA NESTA ATIVIDADES
INTRODUÇÃO
- Sujeito: O termo sobre o qual se declara algo e que estabelece a concordância com o verbo.
- Predicado: A oração que expressa a informação sobre o sujeito.
- Objeto direto: Completa o sentido de um verbo transitivo direto sem preposição.
- Objeto indireto: Completa o sentido de um verbo transitivo indireto com preposição.
- Complemento nominal: Completa o sentido de um substantivo, adjetivo ou advérbio.
- Agente da passiva: Indica quem pratica a ação na voz passiva.
- Acessórios
- Adjunto adnominal: Adiciona uma característica a um nome.
- Adjunto adverbial: Indica circunstâncias (tempo, modo, lugar, etc.).
- Aposto: Explica, resume ou especifica um termo da oração.
- Vocativo: Termo independente que serve para chamar ou interpelar alguém ou algo.
1- SUJEITO
Para identificá-lo, basta fazermos uma pergunta sobre tal ação; observe:
“O ajudante da loja correu muito com o veículo.”
Ao nos perguntarmos: “Quem correu muito com o carro?”, o que temos como resposta corresponde ao sujeito que, por ter praticado a ação, é classificado como sujeito agente: o ajudante da loja.
Um sujeito que sofre uma ação é classificado como sujeito paciente. Veja:
“O carro foi comprado por Carlos.”
Se nos perguntarmos “O que foi comprado por Carlos?”, a resposta corresponde ao sujeito da frase: “o carro”. Nesse caso, “o carro” é um sujeito paciente, pois sofreu a ação de ser comprado.
Classificação do sujeito
Os sujeitos são classificados em:
- Sujeito determinado - é o sujeito que pode ser identificado na oração. Um sujeito determinado pode ser simples, composto ou oculto. Exemplo: A menina escreve bem. Sujeito: A menina.
- Sujeito indeterminado - é o sujeito que não é identificado na oração. Exemplo: Falaram mal da tua vizinha. (Não é possível determinar quem praticou a ação de “falar mal.”)
- Sujeito inexistente - ocorre em orações que são construídas com verbos impessoais e que, portanto, não admitem agentes de ação. Exemplo: Faz tempo que não o vejo.
Sujeito simples
O sujeito simples é formado por um núcleo único, ou seja, tal sujeito tem apenas um termo principal.
Exemplos:
- O empregado da casa vendeu seu carro. (sujeito simples: o empregado - núcleo: empregado)
- Eles estão sempre omitindo a verdade. (sujeito simples: Eles - núcleo: Eles)
- As folhas caíram. (sujeito simples: As folhas - núcleo: folhas)
Sujeito composto
O sujeito composto é formado por dois ou mais núcleos, ou seja, trata-se de um sujeito que tem duas ou mais palavras principais.
Exemplos:
- Ana Maria e Joaquim terminaram o namoro. (sujeito composto: Ana Maria e Joaquim - núcleos: Ana Maria, Joaquim)
- Eu, você e o nosso cão estamos perdidos mais uma vez. (sujeito composto: Eu, você e o nosso cão - núcleos: Eu, você, cão)
- Livros e cinema são o meu passatempo preferido. (sujeito composto: livros e cinema - núcleos: Livros, cinema)
Sujeito oculto
O sujeito oculto, também chamado de elíptico, desinencial ou implícito, é aquele que não está declarado na oração.
Apesar disso, ele é classificado como determinado porque pode ser identificado pelo contexto e pela conjugação verbal presente na oração.
Exemplos:
- No trajeto para casa, passei pelo parque da cidade. (Note que, através da flexão verbal “passei”, podemos identificar a primeira pessoa do singular “eu”. Logo, “No trajeto para casa, (eu) passei pelo parque da cidade.”)
- Gostamos de pular Carnaval. (Através da conjugação verbal, identificamos o sujeito oculto da oração: “(Nós) Gostamos de pular Carnaval.”
- Armando saiu da escola muito cedo. À tarde levou tudo para casa. (Aqui temos “Armando” como sujeito da primeira oração e na segunda, o sujeito da ação, que já foi mencionado anteriormente, é equivalente a “ele”: À tarde (ele) levou tudo para a casa.)
Sujeito indeterminado
O sujeito indeterminado é aquele que não permite identificar o agente da ação, nem pelo contexto, nem pela terminação verbal do enunciado.
Apesar de o sujeito ser um termo essencial na oração, o sujeito indeterminado pode se manifestar pelo desconhecimento ou desinteresse do agente que executa a ação.
Além disso, é um tipo de sujeito que ocorre quando o verbo não se refere a uma pessoa determinada. Há três características que ajudam a identificá-lo:
1) Uso de um verbo na 3ª pessoa do plural que não se refere a nenhum substantivo citado anteriormente na oração.
Exemplos:
- Disseram que ele foi eleito.
- Capturaram o fugitivo.
- Falavam mal o tempo todo.
2) Uso do pronome "se" e de um verbo intransitivo, transitivo indireto ou de ligação na 3ª pessoa do singular (de modo que não se consiga identificar quem pratica a ação).
Exemplos:
- Acorda-se feliz (verbo intransitivo).
- Necessita-se de pessoas jovens (verbo transitivo indireto).
- Nem sempre se é justo nesse mundo (verbo de ligação).
3) Uso de verbo no infinitivo impessoal.
Exemplos:
- É difícil agradar a todos.
- Seria bom pesquisar mais sobre o assunto.
- Era bom viajar pelo mundo!
Sujeito inexistente
O sujeito inexistente ocorre nas chamadas orações sem sujeito, uma vez que elas são constituídas por verbos impessoais, ou seja, não admitem agentes da ação, como ocorre nos casos abaixo:
- Verbos que indicam fenômenos da natureza: amanheceu, anoiteceu, choveu, nevou, ventou, trovejou, etc.
- Verbo haver quando empregado com sentido de existir, acontecer e indicando tempo passado.
- Verbos ser, fazer, haver, estar, ir e passar indicando tempo ou distância.
Exemplos:
- Trovejou durante a noite.
- Há boas palestras no congresso.
- Está na hora do intervalo.
Núcleo do sujeito
O núcleo do sujeito representa o termo mais importante do sujeito. Quando o sujeito possui um artigo definido ou indefinido, por exemplo, o núcleo consiste apenas no substantivo que vem depois dele.
Assim, embora tanto o artigo quanto o substantivo componham o sujeito, o núcleo é aquilo que tem mais importância no que diz respeito ao significado.
É através do núcleo, por exemplo, que identificamos se o sujeito é simples ou composto. Um sujeito simples tem um único núcleo, enquanto um sujeito composto tem dois núcleos ou mais.
Exemplos:
1) As meninas cantaram lindamente.
Sujeito: As meninas
Núcleo do sujeito: meninas
Tipo de sujeito: simples
2) Os avós, os pais e seus filhos viviam na quinta.
Sujeito: Os avós, os pais e seus filhos
Núcleo do sujeito: avós, pais, filhos
Tipo de sujeito: composto
Sujeito e Predicado
O sujeito e o predicado são os termos essenciais da oração. Isso quer dizer que eles são indispensáveis na construção de uma oração, ainda que haja orações em que o sujeito seja inexistente. Lembre-se de que o predicado é o que é dito acerca do sujeito.
Exemplo: As estudantes gravaram um vídeo sobre a aula.
Sujeito: As estudantes
Predicado: gravaram um vídeo sobre a aula.
2- PREDICADO
O predicado, formado por um ou mais verbos, é aquilo que se declara sobre a ação do sujeito, concordando em número e pessoa com ele.
Exemplo: Lúcia correu no final da semana passada.
No exemplo acima, temos:
Sujeito da ação. Para determinar o sujeito devemos fazer a pergunta: Quem correu no final de semana passada? “Lúcia”é o sujeito simples que realiza a ação.
Predicado. Após identificar o sujeito da ação, todo o restante é o predicado. Trata-se da ação realizada pelo sujeito que, nesse caso, corresponde a “correu a semana passada”.
Tipos de predicado
Predicado: verbal, nominal e verbo-nominal
De acordo com seu núcleo significativo, os predicados são classificados em três tipos:
Predicado verbal
Indica uma ação, sendo constituído por um núcleo, que é um verbo nocional (verbo que indica uma ação). Nesse caso, não há presença de predicativo do sujeito, por exemplo:
- Nós caminhamos muito hoje. (núcleo: caminhamos)
- Cheguei hoje de viagem. (núcleo: cheguei)
- O cliente perdeu os documentos. (núcleo: perdeu)
Predicado nominal
Indica estado ou qualidade, sendo constituído por um verbo de ligação (verbo que indica estado) e o predicativo do sujeito (complementa o sujeito atribuindo-lhe uma qualidade).
Há somente um núcleo, caracterizado por um nome (substantivo ou adjetivo), por exemplo:
- Alan está feliz. (núcleo: feliz)
- Fiquei exausta. (núcleo: exausta)
- Ele continua atencioso comigo. (núcleo: atencioso)
Predicado verbo-nominal
Ao mesmo tempo que indica ação do sujeito, esse tipo de predicado informa sua qualidade ou estado, sendo constituído por dois núcleos: um nome e um verbo.
Nesse caso, há presença de predicativo do sujeito ou predicativo do objeto (complementa o objeto direto ou indireto, atribuindo-lhes uma característica), por exemplo:
- Suzana chegou cansada. (núcleos: chegou, cansada)
- Terminaram satisfeitos o trabalho. (núcleos: terminaram, satisfeitos)
- Considerou a caminhada desagradável. (núcleos: considerou, desagradável)
Para identificar um predicado verbo-nominal, o verbo que indica ação está expresso na oração. O verbo que indica estado ou qualidade, por sua vez, está oculto.
Assim, “Suzana chegou” caracteriza o verbo nocional, o qual representa a ação do sujeito. Enquanto que “(estava) cansada” indica o estado do sujeito, onde o verbo não nocional não aparece declarado na frase.
JOGO 4
3- TRANSITIVADE VERBAL
- Transitividade: O verbo precisa de um complemento para ter sentido completo.
- Complemento: Chamado de objeto (direto ou indireto).
-
Exemplo: "Eu não tenho." (completo) vs. "Eu não tenho dinheiro." (completo).
- Característica: O complemento (objeto direto) se liga ao verbo sem preposição.
- Como identificar: Pergunte "o quê?" ou "quem?" ao verbo.
-
Exemplo: "Comprei pão." (Comprei o quê?).
-
Característica: O complemento (objeto indireto) se liga ao verbo com
preposição obrigatória.
-
Como identificar: Pergunte "de quê?", "a quem?", "em que?" etc., ao verbo.
-
Exemplo: "Ana gosta de cães." (Ana gosta de quê?).
-
Característica: O verbo precisa de dois complementos, um direto e um
indireto.
-
Exemplo: "Avisamos o meu irmão da chuva." (Avisamos o quê? a quem?).
-
Característica: Não possuem transitividade, pois não expressam ação nem
precisam de complemento. Eles apenas ligam o sujeito a uma característica ou estado
(predicativo).
-
4-Complemento Nominal
Complemento nominal é a informação que completa o sentido de um nome - substantivo, adjetivo ou advérbio - contido na oração.
Exemplos de complemento nominal
- Frituras fazem mal ao fígado. (“ao fígado” completa o sentido do adjetivo “mal”)
- Estamos ansiosos com a sua chegada. (“com a sua chegada” completa o sentido do adjetivo “ansiosos”)
- Alguém tem notícias dela? (“dela” completa o sentido do substantivo “notícias”)
- Fique perto de mim. (“de mim” completa o sentido do advérbio “perto”)
- Música alta faz mal aos ouvidos. (“aos ouvidos” completa o sentido do advérbio “mal”)
- Estavam radiantes com as suas notas. (“com as suas notas” completa o sentido do adjetivo “radiantes”)
O complemento nominal pode ser representado por uma oração subordinada substantiva completiva nominal:
Tenho esperança de que eles compareçam. (“de que eles compareçam” completa o sentido do substantivo “esperança”)
Receio que ele chegue à conclusão de que eu já sabia. (“de que eu já sabia” completa o sentido do substantivo “conclusão”)
Complemento nominal e complemento verbal
Os complementos nominais vêm sempre seguidos de preposição, tal como o objeto indireto (este, um complemento verbal).
Assim, é importante não confundir esses dois termos. Enquanto a função do complemento nominal é completar o sentido de um nome, a função do objeto indireto é completar o sentido de um verbo.
Exemplos:
- As crianças têm medo do escuro. (“do escuro” é complemento nominal do substantivo “medo”)
- Já dei o presente ao meu pai. ("o presente" e "ao meu pai" são complementos verbais. "O presente" é objeto direto do verbo "dar" e "ao meu pai" é objeto indireto do verbo "dar".
- Esteja atento ao telefone. (“ao telefone” é complemento nominal do adjetivo “atento”)
- Já falo com você. (“com você” é complemento verbal, pois é o objeto indireto do verbo “falar”)
5- ADJUNTO ADNOMINAL
- Artigo: "O cachorro" (o é adjunto adnominal do substantivo cachorro).
- Adjetivo: "Tive ali grandes amigos" (grandes é adjunto adnominal de amigos).
- Pronome adjetivo: "Meu amigo comprou três livros usados" (meu e três são adjuntos adnominais de amigo e livros, respectivamente).
- Numeral adjetivo: "Recebi a segunda parcela" (a segunda é um adjunto adnominal de parcela).
- Locução adjetiva: "Tenho uma mesa de pedra" (de pedra é um adjunto adnominal de mesa).
- Oração adjetiva: "Li o livro que me recomendou" (a oração adjetiva "que me recomendou" funciona como adjunto adnominal do substantivo livro).
Predicativo do Sujeito
Predicativo do sujeito é o termo que atribui uma característica ao sujeito através de um verbo de ligação.
Exemplos:
- A vista é linda!
- Eles parecem felizes.
- Eu estou faminto.
"Linda, felizes, faminto" são predicativos dos sujeitos, características dadas aos sujeitos (a vista, eles, eu) através dos verbos de ligação (é, parecem, estou).
Os verbos de ligação expressam estados, em vez de ações. Alguns exemplos: ser (sou feliz), estar (estou feliz), ficar (fiquei feliz), parecer (pareço feliz), continuar (continuo feliz), viver (vivo feliz).
Os predicativos do sujeito podem ser adjetivos, substantivos, pronomes, numerais. Exemplos:
- A obra é caríssima. (o predicativo do sujeito "caríssima" é um adjetivo)
- Somos estudantes. (o predicativo do sujeito "estudantes" é um substantivo)
- Minha mochila é aquela. (o predicativo do sujeito "aquela" é um pronome)
- Seremos cinco. (o predicativo do sujeito "cinco" é um numeral)
Diferença entre predicativo do sujeito e predicativo do objeto
A diferença entre predicativo do sujeito e predicativo do objeto é a atribuição da característica ser feita ao sujeito ou ao objeto.
Enquanto o predicativo do sujeito atribui uma característica ao sujeito, o predicativo do objeto atribui uma característica ao objeto.
Exemplos:
As professoras ficaram satisfeitas.
- As professoras é o sujeito.
- Ficaram é o verbo. Neste caso, ele é de ligação.
- Satisfeitas é o predicativo do sujeito, porque está atribuindo uma característica ao sujeito "as professoras".
As professoras deixaram as crianças satisfeitas.
- As professoras é o sujeito.
- Deixaram é o verbo. Neste caso, ele é transitivo direto.
- As crianças é o objeto direto, que completa o sentido do verbo "deixaram".
- Satisfeitas é o predicativo do objeto, porque está atribuindo uma característica ao objeto direto "as crianças".
Vozes verbais ou Vozes do verbo
As vozes verbais, ou vozes do verbo, são a forma como os verbos se apresentam na oração a fim de determinar se o sujeito pratica ou recebe a ação. Elas podem ser de três tipos: ativa, passiva ou reflexiva.
| Voz ativa | Sujeito é o agente da ação. | Exemplo: Vi a professora. |
|---|---|---|
| Voz passiva | Sujeito sofre a ação. | Exemplo: A professora foi vista. |
| Voz reflexiva | Sujeito pratica e sofre a ação. | Exemplo: Vi-me ao espelho. |
Voz ativa
Na voz ativa o sujeito é agente, ou seja, pratica a ação.
Exemplos:
- Bia tomou o café da manhã logo cedo.
- Aspiramos a casa toda.
- Já fiz o trabalho.
- Voz passiva
Na voz passiva o sujeito é paciente e, assim, não pratica, mas recebe a ação.
Exemplos:
- A vítima foi vista ontem à noite.
- Aumentou-se a vigilância desde ontem.
- Os pais foram chamados pela diretora.
A voz passiva pode ser analítica ou sintética.
Formação da voz passiva analítica
A voz passiva analítica é formada por:
Sujeito paciente + verbo auxiliar (ser, estar, ficar, entre outros) + verbo principal da ação no particípio + agente da passiva.
Exemplos:
- O café da manhã foi tomado por Bia logo cedo.
- A casa toda foi aspirada por nós.
- O trabalho foi feito por mim.
Formação da voz passiva sintética
A voz passiva sintética, também chamada de voz passiva pronominal (devido ao uso do pronome se), é formada por:
Verbo transitivo conjugado na 3.ª pessoa (no singular ou no plural) + pronome apassivador "se" + sujeito paciente.
Exemplos:
- Tomou-se o café da manhã logo cedo.
- Aspirou-se a casa toda.
- Já se fez o trabalho.
Voz reflexiva
Na voz reflexiva o sujeito é agente e paciente ao mesmo tempo, uma vez que ele pratica e recebe a ação.
Exemplos:
- A velhinha sempre se penteia antes de sair.
- Eu me cortei hoje quando estava cozinhando.
- O atleta feriu-se na quadra.
Formação da voz reflexiva
A voz reflexiva é formada por:
Verbo na voz ativa + pronome oblíquo (me, te, se, nos, vos), que serve de objeto direto ou, por vezes, de objeto indireto, e representa a mesma pessoa que o sujeito.
Exemplos:
- Atropelou-se em suas próprias palavras.
- Machucou-se todo naquele jogo de futebol.
- Olhei-me ao espelho.
Voz reflexiva recíproca
A voz reflexiva também pode ser recíproca. Isso acontece quando o verbo reflexivo indica reciprocidade, ou seja, quando dois ou mais sujeitos praticam a ação, ao mesmo tempo que também são pacientes.
Exemplos:
- Eu, meus irmãos e meus primos damo-nos bastante bem.
- Aqui, os dias passam-se com muitas novidades.
- Sofia e Lucas amam-se.
-
Esclarece um termo anterior. Exemplo: "Brasília, a capital do Brasil, foi inaugurada em 1960".
-
Lista elementos que desenvolvem um termo anterior. Exemplo: "Comprei frutas: maçã, banana e laranja".
-
Resume uma série de termos anteriores. Exemplo: "Vendas, lucros e crescimento, tudo isso foi discutido na reunião".
-
Especifica um termo genérico, como um nome próprio. Geralmente não vem isolado por vírgulas. Exemplo: "O escritor Jorge Amado foi homenageado".
-
Estabelece uma comparação. Exemplo: "Seu coração, um tambor batendo, não parava de acelerar".
-
-
-
JOGO 18
ADJUNTO ADVERBIAL
- Modificação de verbos:
- Exemplo: "Os alunos saíram cedo." (O advérbio "cedo" modifica o verbo "saíram", indicando o tempo).
- Modificação de adjetivos:
- Exemplo: "O projeto é muito bom." (O advérbio "muito" modifica o adjetivo "bom").
- Modificação de advérbios:
- Exemplo: "Ele falou muito bem." (O advérbio "muito" modifica o advérbio "bem").
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